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Vinhos verdes que não são verdes

Ao falar de vinho e da zona Norte de Portugal, mais concretamente do Noroeste Entre-Douro-e-Minho, estamos naturalmente a falar da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, a maior Região Demarcada Portuguesa e uma das maiores da Europa.

 

A sua bela paisagem, os vales e as serras e os contornos do Rio Douro acabaram por dar o nome aos seus vinhos. Contudo, o termo “verdes” gera alguma ambiguidade e até confusão porque, na verdade, os Vinhos Verdes não são verdes. Antes podem ser vinhos brancos, vinhos rosés, vinhos tintos ou espumantes.

Então, que tipo de vinhos realmente existem?

São três os tipos de vinhos que podemos degustar: Espumantes (que libertam gás na abertura da garrafa), Tranquilos (que não têm gás, têm entre 8,5 a 15% álcool e são também chamados de “vinhos de mesa”) e os Fortificados (têm 15 a 22% álcool, graças à adição de álcool/aguardente). Importa esclarecer também que todos eles podem ser brancos, rosés ou tintos, podem ser mais secos ou mais doces e podem ser produzidos em vários lugares do mundo.

Há também quem defenda que o termo “vinhos verdes” está ligado ao facto de as uvas da região, mesmo quando maduras, terem um elevado teor de acidez, o que pode fazer parecer que teriam sido colhidas antes de terminar a sua correta maturação.

Seja como for, podemos sempre encontrar muitos motivos para saborear o delicioso vinho da Região dos Vinhos Verdes, pelo seu aroma, leveza e frescura, seja na sua versão branco, tinto ou rosé.



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